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Excesso de Trabalho por Falta de Contingente Evidencia a Maior Crise da Polícia Civil Paulista
Matéria de página inteira do Correio Popular de Campinas destaca o caos na segurança pública

 Excesso de Trabalho por Falta de Contingente Evidencia a Maior Crise da Polícia Civil Paulista
Em matéria de página inteira do Correio Popular de Campinas, um dos jornais de maior circulação em todo Estado de São Paulo, o presidente da FEIPOL SUDESTE e do SINPOL de CAMPINAS e REGIÃO, Aparecido Lima de Carvalho, Kiko, fala da crise que atinge a Polícia Civil paulista, cada vez mais encolhida em seu contingente, o que traz acúmulo de trabalho e desmotiva os profissionais, que sequer recebem a reposição da inflação nos salários desde 2014.
 
A reportagem, que está na edição desta sexta-feira (03/03/17), no primeiro Caderno, página A-4, cita que a crise da Polícia Civil de São Paulo versa desde os anos 90, com perda cada vez maior de policiais de importantes carreiras para investigações e andamentos dos inquéritos, como são casos de Escrivães, Investigadores e Delegados de Polícia. A estimativa da FEIPOL SUDESTE é que faltam ao menos 10 mil policiais nos quadros da Polícia Civil.
 
A Polícia Civil está envelhecida e as baixas se acentuaram este ano de 2017 com uma enxurrada de pedidos de aposentadorias provocada pelo advento da PEC 287/16 (da Previdência), que tramita no Congresso Nacional. Entre outras situações consideradas absurdas, a PEC cogita tirar Aposentadoria Especial das carreiras da Policial Civil, o que na prática é deixar de considerar que ser Policial Civil seja profissão de risco permanente e insalubre.
 
Com isso, os policiais, que têm expectativa de vida no Brasil de até 66 anos, só passariam a se aposentar aos 65. “Estamos lutando em Brasília pela retirada da Polícia Civil dessa ‘PEC da Morte’, isso não tem cabimento”, avalia Kiko.
 
Quanto ao encolhimento da Instituição e a não reposição salarial, a FEIPOL SUDESTE e seus Sindicatos filiados têm realizado inúmeros encontros com representantes da Cúpula da Polícia Civil e com o Governo do Estado, por meio da Secretaria Estadual de Segurança Pública (SSP), cobrando insistentemente a reposição do efetivo e a recomposição dos salários.
 
Na reunião mais recente, em 1° de março, a SSP acenou para a chamada de aprovados remanescentes de concursos de Delegados e Escrivães, realizados em 2013. Quanto a recomposição salarial está sendo feito estudo da arrecadação para que, até julho próximo, saia algum índice, segundo a SSP.
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